Citando o mestre:
O cinema, inserido no processo cultural, deverá ser, em última instância, a linguagem de uma civilização.
Mas que civilização?
Terra em transe, o Brasil é um país indianista / ufanista, romântico / abolicionista, simbolista / naturalista, realista / parnasiano, republicano / positivista, anarco / antropofáfico, nacional / popular / reformista, concretista / subdesenvolvido, revolucionário / conformista, tropical / estruturalista, etc. etc.
A informação das oscilações fecundas de nossa cultura de superestrutura (porque falamos de uma arte produzida por elites, muito diferente da "arte popular produzida pelo povo") também não basta para saber quem somos.
Quem somos? Que cinema é o nosso?
O público não quer saber de nada disto, ele vai ao cinema para se divertir, mas encontra na tela um filme nacional que exige dele um esforço anormal para estabelecer um diálogo com um cineasta que faz, de sua parte, um esforço anormal para falar com o público...
em outra linguagem!
- Glauber Rocha.
[...]
Blog de Rodrigo de Araujo
Postado em 28 janeiro 2009 às 3:30 ‚Äî
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Elizabeth
Que bom ter aparecido no nosso grupo de estudos audiovisuais!!!
Boas vindas!
Vamos discutir com agente, nossas questões existenciais cinematográficas.rsrs
Inté mais, abraço!
http://www.vimeo.com/user591615